quinta-feira, 20 de maio de 2010

Abrigos - primeiras viagens

1) Varaus interligados: tecidos de diferentes texturas, cores e transparências - pendurados em fios/cordas - permitem que as pessoas envolvidas vejam a cidade e as pessoas de fora por outra perspectiva e, ao mesmo tempo, garantem certa privacidade. Almofadas podem ser dispostas no chão forrado com pano grosso.



2) Construção feita com andaimes facilmente montáveis, de material leve (ex.: cano de pvc), que permite às pessoas passarem através e permanecerem dentro da estrutura se assim quiserem. Táboas de madeira escoradas em locais estrategicamente mais resistentes são opção para descanso e oferecem melhor condição de contemplação.



3) "Telas" - moldura de madeira abrigando treliça de fios de lã/barbante - dispostas de modo a criar um ambiente parcialmente fechado que ainda assim permite grande interação com a cidade. Fios de lã/barbante se estenderiam do chão até outros fios esticados no "teto". Balanços dentro do abrigo permitiriam às pessoas descansarem e se entreterem.



4) Estrutura semelhante a velas de barco ficaria no centro do abrigo. As pessoas poderiam alterar a disposição dos panos de acordo com o vento ou mesmo para fazer sombra. Ainda não pensei em uma opção para descanso e nem sei se acho mesmo necessário a existência de uma.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Objeto interativo

Meus "objetos base" eram uma carta de baralho e duas moedas estrangeiras, lembranças de lugares e pessoas queridas à Lua - a dona. Minha primeira cria foi um jogo de sorte constituido de dois barbantes de cores diferentes - eu havia apenas transmitido ao novo objeto o significado das cartas e moedas, geralmente usados em jogos desse tipo. Frustrada, busquei dar um novo significado aos "objetos base" para então passá-lo ao que eu criaria.
Coloquei em prática a desconstrução da carta e, em seguida, das moedas.
"O que é uma carta?".
Uma carta é um pedaço retangular de papel que contem informação em forma de código.
"E uma moeda?"
Um objeto de forma circular que contem informação e, geralmente, um valor a si atribuido.
Partindo de minhas considerações, iniciei a construção de meu novo objeto. Decidi que a matéria prima seria o papel, por sua maleabilidade e por possibilitar gravar informação. Então grampeei diversas folhas de papel, de várias formas e tamanhos, e o resultado é um objeto sem forma definida, já que o observador pode manejá-lo como bem entender. Espalhei pelas folhas trechos de poemas - alguns inteiros - e de contos.
Todo texto em si já é interativo, independentemente de sua interface: só existe a partir do momento em que é lido e permite leituras distintas para cada pessoa, já que cada uma é única e possui sua própria bagagem.







Apresentação da Ocupação - III

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Apresentação da Ocupação - II

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Apresentação da Ocupação - Primeira versão (bolotas)

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Primeira versão da apresentação da Ocupação do mesanino da EA.

Trabalho de Camila A. e Luiza Magalhães.

domingo, 28 de março de 2010

Panorama


Panorama de um trecho da rua Rio Grande do Norte, parte do meu trajeto casa/escola de arquitetura.
"O dia começa como os anteriores: os carros passam, os pedestres caminham, o céu é apenas um retalho em meio às folhas encardidas e aos prédios de incontáveis andares. Distraídas com os obstáculos físicos e cegas pelos problemas do cotidiano, as pessoas não notam a beleza escondida atrás do lixo e da fumaça".

sexta-feira, 19 de março de 2010

Retrato III


Retrato de Bernardo.
Mais do que as palavras, os gestos de uma pessoa nos revelam sua essência. Que seja o sorriso, o olhar, a fala, o jeito de andar e de se sentar.